O EVANGELHO
“Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado.”
(Jesus Cristo - Mc 16:15,16)

O que é o evangelho

“O evangelho é a boa nova da salvação por meio de Jesus Cristo.” Essa é a definição clássica e também a mais comum que se ouve acerca do evangelho. No entanto, embora não esteja errada, será que compreendemos a importância do que está sendo dito numa sentença tão simplificada? “O evangelho é a boa nova da salvação...” Ok! Mas, salvação do que? E como podemos ter essa salvação por meio de Jesus Cristo? E, ainda, quanto custou a ele nos salvar? Todas essas questões dizem respeito ao evangelho, e respondê-las é o objetivo da nossa reflexão a seguir.

Significado original

O termo evangelho provém do grego, que foi o idioma utilizado nos escritos do Novo Testamento, onde aparece 73 vezes. Existe ainda outro termo grego, derivado deste, que define a ação de se evangelizar, e que ocorre 52 vezes. Portanto, eis um tema de grande importância, amplamente abordado nos livros que compõem o Novo Testamento. Porém, no primeiro século, época em que tais livros foram escritos, a palavra evangelho trazia consigo um entendimento um pouco diferente do que hoje se compreende. Evangelho significava:

“Boa nova de vitória proveniente do campo de batalha.”

Tratava-se de um termo bélico, originalmente utilizado para se referir ao anúncio da vitória sobre os inimigos.

Sendo assim, o termo evangelho nos revela três fatos:

1) Há uma guerra, com vítimas aprisionadas pelo inimigo;
2) A vitória foi conquistada e os cativos já podem ser libertos; e
3) Essa é uma boa notícia, especialmente para quem está no cativeiro aguardando por sua libertação.

O evangelho do reino de Deus

“Também é necessário que eu anuncie a outras cidades o evangelho do reino de Deus; porque para isso fui enviado.”
(Jesus Cristo - Lucas 4:43)

O texto bíblico é bem claro ao nos revelar que Jesus pregava o evangelho do reino de Deus.Sendo assim, podemos concluir que o evangelho pregado por Cristo significava a proclamação da vitória de Deus, que passa a governar sobre os homens. O termo traduzido como reino na maioria das bíblias provém do grego basiléia e significa governo, autoridade sobre alguém.

Muitos judeus que ouviam a proclamação do evangelho imaginavam equivocadamente que Jesus estivesse anunciando que o povo de Israel seria logo liberto da opressão do imperialismo romano. No entanto, a libertação era muito mais profunda, atingindo a raiz do verdadeiro problema de toda a humanidade: o pecado.

“Jesus dizia, pois, aos judeus que criam nele: Se vós permanecerdes na minha palavra, verdadeiramente sereis meus discípulos; e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.
Responderam-lhe: Somos descendência de Abraão, e nunca servimos a ninguém; como dizes tu: Sereis livres?
Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que todo aquele que comete pecado é servo do pecado.Ora o servo não fica para sempre em casa; o Filho fica para sempre.Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres.” (João 8:31-36)

Mas atualmentetemos uma dificuldade na evangelização: a maioria das pessoas não compreende a terrível condição de aprisionamento em que se encontrasua alma. Por isso desprezam o evangelho! Sendo assim, quem proclama o evangelho deve primeiramente certificar-se de que o ouvinte tem consciência do seu estado de perdição. O evangelho só será realmente uma boa nova para quem se der conta do risco de condenação eterna em que sua alma se encontra.

O pecado é o cativeiro da alma

Todas as pessoas que não são de Cristo estão aprisionadas ao pecado e, por causa disso, tornaram-se inimigas de Deus, espiritualmente mortas e condenadas à perdição eterna.Ainda que não saibam, suas almas estão sob a influência de espíritos malignos, os quaisprocuram lhes aprisionar ao pecado, a fim de que tenham a mesma condenação eterna que eles terão no fim dos tempos.

“E vos vivificou, estando vós mortos em ofensas e pecados, em que noutro tempo andastes segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe das potestades do ar, do espírito que agora opera nos filhos da desobediência; entre os quais todos nós também antes andávamos nos desejos da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos por natureza filhos da ira, como os outros também.” (Efésios 2:1-3)

“Então dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos” (Mateus 25:41)

Não nascemos para pecar, mas para glorificarmos a Deus

Não é necessário nos aprofundarmos agora sobre o que é pecado, pois a nossa própria consciência nos acusa quando fazemos algo que sabemos que não deveríamos fazer. A princípio nos basta saber que este “fazer o que não deveríamos” é o que chamamos de pecado – palavra que originalmente significa “errar o alvo”. Ou seja, toda vez que alguém peca está errando o alvo da sua existência, o qual é viver para a glória de Deus.

“Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o qual nos abençoou com todas as bênçãos espirituais nos lugares celestiais em Cristo; como também nos elegeu nele antes da fundação do mundo, para que fôssemos santos e irrepreensíveis diante dele em amor [...]com o fim de sermos para louvor da sua glória, nós os que primeiro esperamos em Cristo” (Efésios 1:3,4,12)

A terrível consequência do pecado

Apesar de termos nascido para a glória de Deus, qualquer pessoa que ainda não está liberta por Cristo é vencida pela sua própria carnalidade, caindo na tentação do pecado. O resultado disso é o distanciamento de Deus e, respectivamente, a morte espiritual.

“Mas cada um é tentado, quando atraído e engodado pela sua própria concupiscência. Depois, havendo a concupiscência concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, sendo consumado, gera a morte.” (Tiago 1:14,15)

“Portanto, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram.” (Romanos 5:12)

O inimigo é espiritual

Ainda que traga consequências para o mundo físico, a guerra da qual estamos falando é travada no âmbito espiritual.

“Mas, se ainda o nosso evangelho está encoberto, para os que se perdem está encoberto.Nos quais o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus.” (2 Coríntios 4:3,4)

“No demais, irmãos meus, fortalecei-vos no Senhor e na força do seu poder. Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo. Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais.”
(Efésios 6:10-12)

A solução para o pecado

E qual é a solução para o pecado, com suas terríveis consequências? A resposta para essa pergunta é precisamente o que chamamos de evangelho.

“Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus; sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus.” (Romanos 3:23,24)

Ser justificado significa ser considerado justo, ou seja, absolvido de qualquer condenação. Tanto no versículo que acabamos de ver acima, quantono que veremos a seguir, nos é revelado que somente por meio deJesus Cristoencontramos tal absolvição.

“Mas agora, libertados do pecado, e feitos servos de Deus, tendes o vosso fruto para santificação, e por fim a vida eterna.Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor.” (Romanos 6:22,23)

Portanto, o evangelho é um presente divino.A palavra dom é a transliteração de um termo grego que significa presente. E não se trata de um dom qualquer, mas do presente mais importante de todos: a vida eterna! Ora, como não poderia deixar de ser, o presente é gratuito, razão pela qual chamamos essa boa nova de evangelho da graça de Deus. Porém, a graça não se trata de uma autorização para se continuar na prática do pecado. Antes, pelo contrário, a graça é a oportunidade que Deus nos dá, por meio do seu filho Jesus Cristo, de nos arrependermos de nossos pecados para nele, e somente nele, recebermos perdão e salvação.

A boa nova é Jesus Cristo

Um dos melhores exemplos do que significa a pregação do evangelho encontra-se numa certa passagem de Lucas, na qual o Senhor faz a leitura de um trecho do profeta Isaías e, logo a seguir, declara: “Hoje se cumpriu esta Escritura em vossos ouvidos”. E o texto lido foi o seguinte:

“O Espírito do Senhor é sobre mim, pois que me ungiu para evangelizar os pobres. Enviou-me a curar os quebrantados de coração, a pregar liberdade aos cativos, e restauração da vista aos cegos, a pôr em liberdade os oprimidos, a anunciar o ano aceitável do Senhor.”
(Lucas 4:18,19)

É muito importante observarmos que Jesus parou a leitura do trecho de Isaías imediatamente antes da seguinte frase “...e o dia da vingança do nosso Deus.” (Compare Lucas 4:19 com Isaías 61:2) O significado disto é que Cristo não veio ao mundo para condenar as pessoas, pois o mundo já está condenado por conta do pecado.

“Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele. Quem crê nele não é condenado; mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus.” (João 3:17,18)

Hoje é o dia da salvação

Jesus veio nos dar a oportunidade do arrependimento para a salvação antes que chegue o profetizado dia da ira de Deus, no qual os espíritos malignos e os pecadores impenitentes serão condenados para sempre.

“Mas Deus, não tendo em conta os tempos da ignorância, anuncia agora a todos os homens, e em todo o lugar, que se arrependam; porquanto tem determinado um dia em que com justiça há de julgar o mundo, por meio do homem que destinou; e disso deu certeza a todos, ressuscitando-o dentre os mortos.” (Atos 17:30,31)

“Vede, irmãos, que nunca haja em qualquer de vós um coração mau e infiel, para se apartar do Deus vivo.Antes, exortai-vos uns aos outros todos os dias, durante o tempo que se chama Hoje, para que nenhum de vós se endureça pelo engano do pecado”
(Hebreus 3:12.13)

Foi na cruz

Apesar de a salvação ser gratuita, ou seja, de ser por meio da fé, não nos custandoabsolutamente nada, não podemos nos esquecer de que custou o mais alto preço de todos! Foi na cruz, por meio da morte do Filho de Deus, que verteu seu sangue sofrendo como homem, que fomos redimidos de nossos pecados. O sangue do justo foi derramado para justificar os injustos que nele creem. Não podemos viver de uma forma indiferente a esse fato! Uma vez quefoi por causa de nossos pecados que o Senhor sofreu na cruz, não podemos mais continuar na prática do pecado.

“Ou não sabeis que o vosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos?Porque fostes comprados por bom preço; glorificai, pois, a Deus no vosso corpo, e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus.” (1 Coríntios 6:19,20)

“Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não lhes imputando os seus pecados; e pôs em nós a palavra da reconciliação.De sorte que somos embaixadores da parte de Cristo, como se Deus por nós rogasse. Rogamo-vos, pois, da parte de Cristo, que vos reconcilieis com Deus.Àquele que não conheceu pecado, o fez pecado por nós; para que nele fôssemos feitos justiça de Deus.” (2 Coríntios 5:19-21)

“Porquanto está escrito: Sede santos, porque eu sou santo.E, se invocais por Pai aquele que, sem acepção de pessoas, julga segundo a obra de cada um, andai em temor, durante o tempo da vossa peregrinação, sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver que por tradição recebestes dos vossos pais,mas com o precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro imaculado e incontaminado” (1 Pedro 1:16-19)

Reconciliação com Deus unicamente pela fé em Cristo

Esse ato de perdão e justificação por parte de Deus ocorre quando temos fé em Jesus Cristo como nosso único Senhor e Salvador para sempre.

“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenhaa vida eterna.” (João 3:16)

Porém, se alguém realmente crê no Filho unigênito de Deus, ou seja, se houver verdadeira fé em Cristo, duas evidências poderão ser percebidas:

A primeira delas diz respeito a Jesus como único Salvador: o convertido reconhecerá que suas boas obras, por melhores que sejam, não poderão salvá-lo, passando a confiar unicamente em Cristo, que consumou a obra da nossa salvação na cruz do Calvário.

“Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus.Não vem das obras, para que ninguém se glorie; porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas.” (Efésios 2:8-10)

E a segunda evidência de uma fé genuína diz respeito a Jesus como único Senhor: o convertido não viverá mais segundo a sua vontade, mas passará a viver submetendo-se ao senhorio de Cristo, buscando cada vez mais conhecê-lo para obedecer aos seus ensinamentos.

“Porque o amor de Cristo nos constrange, julgando nós assim: que, se um morreu por todos, logo todos morreram.E ele morreu por todos, para que os que vivem não vivam mais para si, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou.” (2 Coríntios 5:14,15)

O justo pelos injustos

E o modo pelo qual Jesus nos possibilitou o perdão dos pecados, a fim de sermos reconciliados com Deus, foi tomando a nossa condenação sobre si mesmo, sobre a sua própria carne, fazendo-se maldição por nós na cruz.

“Porque também Cristo padeceu uma vez pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus; mortificado, na verdade, na carne, mas vivificado pelo Espírito” (1 Pedro 3:18)

“Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós; porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro; para que a bênção de Abraão chegasse aos gentios por Jesus Cristo, e para que pela fé nós recebamos a promessa do Espírito.” (Gálatas 3:13,14)

O auxílio do Espírito Santo

Ao ser crucificado por nós, Jesus Cristo não somente tomou sobre si a nossa condenação, mas também tornou possível que pela fé nele sejamos abençoados, recebendo o Espírito Santo, que é a presença do próprio Deus em nossas vidas. O Espírito Santo nos possibilita vivermos de modo justo, não mais aprisionados ao pecado, para o qual agora devemos estar mortos, uma vez que por causa dos nossos pecados Jesus morreu por nós na cruz.

“Levando ele mesmo em seu corpo os nossos pecados sobre o madeiro, para que, mortos para os pecados, pudéssemos viver para a justiça; e pelas suas feridas fostes sarados.” (1 Pedro 2:24)

A vitória na cruz

Sendo assim, por meio da fé em Jesus toda a dívida impagável que tínhamos para com Deus por conta dos nossos pecadosestá abolida. Consequentemente, os espíritos malignos não encontram mais poder contra os que são de Cristo, pois já foram por ele derrotados na cruz.

“Havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária, e a tirou do meio de nós, cravando-a na cruz. E, despojando os principados e potestades, os expôs publicamente e deles triunfou em si mesmo.” (Colossenses 2:14,15)

“Quem pratica o pecado é do diabo; porque o diabo peca desde o princípio. Para isto o Filho de Deus se manifestou: para desfazer as obras do diabo.Qualquer que é nascido de Deus não permaneceem pecado; porque a sua semente permanece nele; e não pode pecar, porque é nascido de Deus.” (1 João 3:8,9)

O motivo da ressurreição

A certeza que temos de que Deus aceitou o sacrifício de Jesus por nós na cruz foi o fato da sua ressurreição ao terceiro dia. Cristo ressuscitou para a nossa justificação, ou seja, para que não tenhamos qualquer dúvida de que o Pai considera nossos pecados perdoados e que, mediante a fé, nos transferiu a justiça do seu Filho, como se nunca houvéssemos pecado.

“Ora, não só por causa dele [Abraão] está escrito, que lhe fosse tomado em conta, mas também por nós, a quem será tomado em conta, os que cremos naquele que dentre os mortos ressuscitou a Jesus nosso Senhor; o qual por nossos pecados foi entregue, e ressuscitou para nossa justificação.Tendo sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo; pelo qual também temos entrada pela fé a esta graça, na qual estamos firmes, e nos gloriamos na esperança da glória de Deus.”
(Romanos 4:23-25; 5:1,2)

A maior prova do amor de Deus

Em resumo, o evangelho é a maior prova do amor de Deus.Mesmo nada merecendo, Deus nos amou a ponto entregar seu único Filho para morrer a nossa morte, a fim de que possamos viver a sua vida.Em outras palavras, Jesus Cristosofreu a nossa condenação para nos reconciliar com Deus, que nos concede o Espírito Santo para vivermos como seus filhos, à semelhança de Cristo, dando muito fruto para sua glória.

“Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores.Logo muito mais agora, tendo sido justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira.” (Romanos 5:8,9)

Conclusão

Em Jesus Cristo há perdão de pecados, reconciliação com Deus, libertação de vícios, novidade de vida e o melhor de tudo: um relacionamento verdadeiro com Deus como nosso amado Pai celestial, com quem nós viveremos por toda a eternidade. Sendo assim, não deveríamos perguntar o que é o evangelho, mas quem é o evangelho, pois o evangelho não é outro senão o próprio Salvador: Jesus Cristo é o evangelho! Portanto, vamos conhecê-lo cada dia mais, buscando um relacionamento íntimo com o nosso Senhor.

“Antes crescei na graça e conhecimento de nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo. A ele seja dada a glória, assim agora, como no dia da eternidade. Amém.”
(2 Pedro 3:18)